terça-feira, 29 de setembro de 2009

Mobile Marketing: alguns formatos de campanhas

O mobile marketing parece finalmente sair do estágio de "eterna promessa" para uma realidade palpável para diversas empresas. Com o crescimento constante das vendas de aparelhos celulares mais sofisticados, a chegada da tecnologia 3G e a integração com a TV Digital – quando houver -, a consolidação do mobile marketing como alternativa de publicidade nunca pareceu tão próxima.
È preciso lembrar que este é apenas um guia – muito material ainda vai ser escrito sobre estes formatos. Comece a se familiarizar, portanto. E não se esqueça: as campanhas de mobile marketing funcionam melhor se integradas com outros veículos. Dito isso, aqui vão:
Campanhas com SMS: a grande vedete das campanhas móveis, por serem baratas, compatíveis com qualquer aparelho disponível no mercado e realmente captarem a atenção do destinatário. Podem ser pagas ou não pelo consumidor, e servem também com um poderoso instrumento de relacionamento – desde, é claro, que se tomem cuidados com seu sistema de opt-in.
Campanhas com MMS: mensagens que incluem arquivos de mídia, como imagens, áudio e vídeo. Em mercados mais avançados, são utilizadas para oferecer, por exemplo, demos de mobile games. Espera-se um salto no uso deste tipo de mensagem a partir dos próximos meses. No entanto, o princípio do opt-in também se aplica aqui.
Campanhas “per-per-click”: sim, links patrocinados também encontram seu lugar dentro do mix de comunicação mobile. Funcionam da mesma forma do que na internet: Google e Yahoo já fornecem soluções de links patrocinados via mobile, e a Microsoft também se prepara para ingressar neste promissor mercado, com a compra da rede especializada em publicidade móvel Screen Tonic, de origem francesa.
“Ad networks” móveis: num formato bastante parecido com o existente na internet, também haverá a possibilidade de anunciar através das redes segmentadas de anúncios, que oferecem um targeting preciso. Entre os provedores deste tipo de serviço mais famosos estão Ad Mob, Enpocket e Mobile Posse, todos atuando nos mercados europeu, asiático e norte-americano. Um uso muito comum destas redes é por parte dos vendedores de conteúdo (companhias que vendem ringtones, games, serviços e aplicativos), que encontram nelas a possibilidade de anunciar seus produtos e serviços com resultados bastante positivos.
Serviços de localização: embora muitos tenham dúvidas a respeito da questão do opt-in, as campanhas de localização, que oferecem anúncios e promoções específicas para usuários que estejam circulando perto de lojas que utilizam este tipo de campanha, é um dos aplicativos de publicidade mais falados. No entanto, ainda será preciso aperfeiçoar o sistema de targeting, a fim de não aborrecer aqueles usuários que realmente não queiram ser importunados por ofertas especiais enquanto estão fazendo suas compras no shopping center.
Conteúdo patrocinado: Para consultorias como o Gartner, este modelo de anúncio será o mais utilizado em pouco tempo. Ele é útil porque vai combinar estudos do perfil dos usuários com o tipo de conteúdo que os interessa, e este conteúdo será acessado juntamente com algum tipo de publicidade. Sabendo-se que serviços móveis especializados em música, jogos e TV estão entre os mais populares, é fácil imaginar as possibilidades que se abrem.
Fonte: http://www.jumpexec.com.br/ArtigoIntegra.aspx?ID=2637

Verdades e mentiras do mobile marketing

Dentro das disciplinas da comunicação digital, o mobile marketing ainda é uma das menos compreendidas. Para debater os mitos em torno desse meio, que tem na portabilidade seu grande diferencial em relação às outras mídias, os especialistas Leo Xavier (Ponto Mobi) e Ricardo Longo (Fingertips) são os convidados do ProXXIma para o painel Digital Short - Curto e Direto, em que terão a missão de mostrar suas visões sobre soluções e aplicativos do mundo digital voltados ao marketing. E, se o interesse pelo assunto serve de mola propulsora, Xavier vai trazer para sua apresentação uma boa notícia. Segundo uma pesquisa da Mobile Marketing Association, que tem mais de 700 associados em todo o mundo, entre anunciantes, agências e operadoras de telefonia, o público brasileiro é o mais receptivo a mensagens publicitárias pelo celular: 74% dos entrevistados pela MMA afirmaram não se incomodar em receber esse tipo de conteúdo. Xavier promete trazer a lista com as estatísticas dos demais países pesquisados."Desafio todos na plateia a me responderem: já receberam publicidade no celular que não tenha sido solicitada ou permitida?" E este é um dos primeiros mitos que Xavier promete derrubar em torno dessa discussão: a invasão da privacidade. Segundo ele, um dos diferenciais da boa prática da publicidade via celular é que as operadoras não enviam esse tipo de mensagem sem uma prévia aprovação de seus clientes. Em relação aos 220 projetos que já coordenou nos dois anos em que sua empresa existe - o RBS detém 30% de participação desde o ano passado -, Xavier afirma que a principal diretriz sempre foi promover ações que estimulem os consumidores a solicitar aplicativos em seus aparelhos. "São aqueles casos em que eles veem uma oferta num anúncio e solicitam o conteúdo enviando um código à operadora, que, assim, envia o aplicativo. As marcas já perceberam que bela ferramenta de ativação elas têm à disposição", explica Xavier. Seu mantra para esse tema é que "o papel da mobile marketing é hoje o grande hyperlink da mídia off-line".Outro mito que ele considera uma "falácia" é a suposição de que as operadoras de telefonia seriam desorganizadas em termos de tratar o mobile marketing como negócio. "Dizem que são uma bagunça, o que é uma grande mentira. Isso ocorre porque muitas agências e anunciantes que não dominam o assunto preferem culpar as operadoras por seus fracassos, em vez de admitir que ainda são incompetentes para elaborar estratégias adequadas", afirma Xavier. Ricardo Longo, sócio-diretor geral da Fingertips, vai focar sua apresentação no iPhone, aparelho lançado pela Apple no ano passado que funciona como celular, iPod e outros 80 mil aplicativos. Para ele, o fascínio que o iPhone desperta no público em geral está fazendo com que pessoas invistam tempo e dinheiro para aprender a usufruir todas as suas funcionalidades. "Ele abre um mundo de possibilidades. A Apple criou dentro do iPhone um ecossistema de aplicativos e acessórios", explica Longo, apostando que o terminal móvel será um segmento à parte dentro do mobile marketing, já que a maioria dos celulares não oferece mais do que 50 opções de aplicativos e o Blackberry, cerca de mil, segundo ele. "Esse é um caminho no qual muitas empresas querem investir hoje, pela segurança que é oferecida no retorno sobre investimento. O iPhone é uma mídia à parte", diz Longo.
Fonte: http://www.mmonline.com.br/eventos/proxxima/2009/noticia/Verdades_e_mentiras_do_mobile_marketing

sexta-feira, 11 de setembro de 2009

Blogs - Mobile Marketing

http://blogblogs.com.br/blogs/tecnologia/mobile

O tamanho do mobile marketing no Brasil e no mundo

A propósito do lançamento do Predicta Atmosphere Mobile e do Predicta Maestro Mobile, vale a pena olhar alguns números que mostram o crescimento do marketing para dispositivos móveis.
Segundo informações do IAB Brasil (Interactive Advertising Bureau), houve um aumento de 45,92% no setor no Brasil, que recebeu investimento na ordem de R$ 748 milhões em 2008.
Pesquisas realizadas pela Nielsen no último trimestre do ano passado constataram que o mercado de dispositivos móveis obteve crescimento de 18% na América Latina e que, no total, há mais de 400 milhões de devices na região.
No mundo, onde são mais de seis bilhões de habitantes, 63,32% possuem celulares e 23,5% são usuários de internet, de acordo com dados do Phonecount.
No ano passado, o investimento mundial em mobile marketing foi de US$ 2,7 bilhões, sendo US$ 1 bilhão dos Estados Unidos, US$ 640 milhões do Japão e US$ 40 milhões da América Latina.
Do total aplicado em mobile marketing, 80% foi destinado à SMS, mas a previsão é que em 2011 o número caia para 48%, pois outras ferramentas ganharão cada vez mais destaque. A expectativa para 2012 é de que o investimento em mobile marketing chegue a US$ 12 bilhões.
A publicidade em celular já possui 74% de penetração na Espanha, 63% na França e 30% na Alemanha.
No Japão, o gasto com mobile marketing por usuário é de US$ 6, enquanto no restante do mundo apenas US$ 0,70. E 70% dos japoneses usam 3G, 75% têm QR Code e 60% usam cupons móveis. Já na América Latina, apenas 3% possuem 3G.

Fonte: http://blogs.predicta.com.br/namedida/index.php/2009/07/06/o-tamanho-do-mobile-marketing-no-brasil-e-no-mundo/

terça-feira, 8 de setembro de 2009

Projeto de campanha de mobile marketing

A Torpedo oferece tanto o serviço do simples de disparo do sms e posterior relatório como também caso seja interesse do cliente todo o projeto de mobile marketing que envolve:Definição de público alvo, obtenção do mailing específico e redação dos textos das campanhas de mobile marketing.

Fonte: http://mobilemarketing.inf.br/

Mobile marketing serve apenas para marketing?

Mobile marketing pode ser empregado em várias outras finalidades: comunicação mobile coorporativa, procedimentos mobile de cobrança, mensagens mobile de Natal, informativos mobile diversos, leilões reversos e sorteios, controle de transportes, aplicações industriais, estoque varejista ou atacadista.

Também projetamos e executamos aplicações de mobile marketing sob medida para todos os tipos de plataforma como mobile Windows.

Mobile marketing pode ser empregado em várias outras finalidades: comunicação mobile coorporativa, procedimentos mobile de cobrança, mensagens mobile de Natal, informativos mobile diversos, leilões reversos e sorteios, controle de transportes, aplicações industriais, estoque varejista ou atacadista.

Temos braços segmentados como a divisão focada em Torpedo para Televisão e a divisão Torpedo Notícias Grátis.

Ou para qualquer outra razão pela qual você queira enviar simultaneamente uma mensagem de mobile marketing ao mobile phone de um grupo de pessoas independentemente de ter mobile windows.

Fonte: http://mobilemarketing.inf.br/